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NOVA XAVANTINA (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE NOVA XAVANTINA


População 2012: 20.200
Área da unidade territorial (Km²): 5.667,912
Densidade demográfica (hab/Km²): 3,47
Gentílico: Nova-xavantinense

Histórico
Em 1943, ocorreu a penetração da expedição Roncador-Xingu. A expedição comandada pelo coronel Flaviano de Matos Vanique, alardeava a Marcha para o oeste, de Getúlio Vargas, mas escondia o projeto de trasladar a capital do Brasil do Rio de Janeiro para um quadrilátero na bacia fluvial do Xingu, se assim fosse necessário.

A Capital Federal, com o afundamento de navios brasileiros durante a II Grande Guerra, mostrava-se exposta demais a um ataque inimigo. Sem muitas defesas eficientes.

No dia 14 de abril de 1944, o coronel Vanique lançou a pedra fundamental de Xavantina, na margem direita do rio das Mortes. O nome homenageava ao povo indígena xavante. E no dia 25 de maio o próprio Presidente Getúlio Vargas visitou Xavantina com seleta comitiva, destacando-se o Ministro do Exército, o cuiabano general Eurico Gaspar Dutra.

A par desta investida, pretendeu a Fundação Brasil Central fazer assentamento agrário na região. O projeto não evoluiu. Os colonos insatisfeitos debandaram, tornando-se posseiros pelo leste e norte mato-grossense. Novo incremento só se verificou após 1950.

A lei nº 2.059, de 14 de dezembro de 1963, criou o distrito com sede no sítio de Xavantina, mas com a denominação de Ministro João Alberto.

Através da lei nº 3.759, de 29 de junho de 1976, se criou o distrito de Nova Brasília, com sede na margem esquerda do rio das Mortes, em frente ao distrito Ministro João Alberto, formando-se, na prática, uma só comunidade dividida pelo rio.

Quando a região progrediu e chegou o momento da criação do município, as duas sedes distritais lutaram pelo nome. Apaziguaram-se os ânimos com a escolha de nome conciliador. De Nova Brasília se tomou o termo Nova, e se lhe agregou o de Xavantina. O município foi nomeado de Nova Xavantina, criado dia 3 de março de 1980, pela lei estadual nº 4.176.

Formação Administrativa
Elevado á categoria de município e distrito com a denominação de Nova Xavantina, pela lei estadual nº 4176, de 03-03-1980, desmembrado do município de Barra do Garças. Sede no atual distrito de Nova Xavantina. Constituído do distrito sede Instalado em 14-01-1981.

Pela lei estadual nº 4353, de 01-10-1981, é criado o distrito de Campinápolis (ex-povoado), e anexado ao município de Nova Xavantina.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 2 distritos: Nova Xavantina e Campinápolis.

Pela lei estadual nº 4994, de 13-03-1986, desmembra do município de Nova Xavantina o distrito de Campinápolis. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001.

Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 2 distritos: Nova Xavantina e União do Leste.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios, IBGE.
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NORTELÂNDIA (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE NORTELÂNDIA

População 2012: 6.620
Área da unidade territorial (Km²): 1.348,933
Densidade demográfica (hab/Km²): 4,77
Gentílico: Nortelandense

Histórico
A origem de Nortelândia vem do garimpo e as atividades garimpeiras da região se perdem nos primeiros dias de Diamantino.

Em 1815, consta a abertura do garimpo de São Joaquim, nas imediações do centro da atual cidade de Nortelândia. A atividade garimpeira declinou, sendo substituída pela borracha, que também se exauriu. Por volta de 1937, começou efetivamente a formação do município.

O primeiro nome do lugar foi Santana dos Garimpeiros, devido ao orago e ao rio Santana, que banha a cidade. A antiga Santana dos Garimpeiros atraiu muita gente para seus garimpos, especialmente do norte e nordeste do Brasil, derivando daí o nome da cidade, em homenagem aos nordestinos e nortistas que contribuíram, de forma decisiva, à terra que escolheram para morar.

Caso único na história de Mato Grosso, o município foi criado duas vezes, a primeira em 11 de dezembro de 1953, com o nome de Santana dos Garimpeiros, e a segunda a 16 de dezembro do mesmo ano, com o nome de Nortelândia, com leis completamente diferentes, sem que a segunda fizesse menção à primeira, consolidou-se a segunda denominação: Nortelândia.

Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distritos com a denominação de Nortelândia, pela lei estadual nº 712, de 16-12-1953, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Nortelândia (ex-povoado de Santana). Constituído do distrito sede. Instalado em 05-02-1954.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios, IBGE.
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MATUPÁ (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE MATUPÁ


População 2012: 14.674
Área da unidade territorial (Km²): 5.238,844
Densidade demográfica (hab/Km²):  2,71
Gentílico: Matupaense

Histórico
Criada a partir da visão empreendedora dos acionistas da Colonizadora Agropecuária do Cachimbo, onde propunha uma destinação nobre a área excedente ao projeto de pecuária de corte (Fazenda São José), contribuindo de um lado para a ocupação de vazios característicos da região amazônica, foi protocolado junto ao INCRA o Projeto Urbanístico da cidade de Matupá, em março de 1984.

Localizada a 700 km de distância da capital do estado, no entroncamento das BR-163 e MT-322 (Antiga BR-080). Considera-se como data de fundação de Matupá o dia 19 de setembro de 1984. A fundação é creditada à família Ometto, através da Agropecuária do Cachimbo S/A.

O nome dado pelos empreendedores Matupá advém da língua Tupi uma palavra de origem amazônica que, em resumo, tem dois significados. Um cientifico, ″Mato denso à beira dos rios e dos lagos″ e outro humanizado, ″Mato Abençoado por Deus″, exprimiu o padrão urbanístico a se adotar: uma cidade que respondesse as condições de ecologia, que se integrasse natural em que floresta e o rio fossem valorizados e ao mesmo tempo respondesse as nossas tradições de viver na cidade.

Cidade floresta não apenas cidade jardim, capaz de ser também o polo do processo de ocupação da região. Assim sendo, a paisagem regional e sua maciça cobertura vegetal de florestas vêm sendo penetradas por área de colonização aberta à agricultura e à pecuária, núcleos urbanos e vias de penetração, a partir de setores constituídos rodovias.

Matupá é um programa de colonização muito especial implantada a partir da necessidade de criação de um centro regional, possui uma área urbana com infraestrutura básica totalmente pronta e uma rede rural com infraestrutura suficientemente desenvolvida para o início de atividades produtivas.

Matupá foi criada para atender a necessidade de apoio em uma grande região com rápido processo de desenvolvimento, e foi planejada para permitir industrialização de produtos na própria região.

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Matupá, pela lei estadual nº 4937, de 11-12-1985, subordinado ao município de Colider.

Elevado à categoria de município com a denominação de Matupá, pela lei estadual nº 5317, de 04-07-1988, desmembrado do município de Colider. Sede no atual distrito de Matupá (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.

Em divisão territorial datada de 1993, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Prefeitura Municipal de Matupá, IBGE.
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MARCELÂNDIA, MATUPÁ E MIRASSOL d'OESTE - MT

Marcelândia
Matupá
Matupá
Mirassol D'oeste




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JAURU (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE JAURU

População 2012: 10.896
Área da unidade territorial (Km²): 1.302,113
Densidade demográfica (hab/Km²): 8,03
Gentílico: Jauruense

História
O nome Jauru é referência ao Rio Jauru, que banha o território do município e deságua no Rio Paraguai. O Rio Jauru tem seu nome inscrito na história da América, registrando-se em seu leito a presença de expedições castelhanas, no século XVI que o denominavam de Jauru. Também serviu de limite entre os reinos de Portugal e Espanha, assim definido pelo Tratado de Madrid em 1750.

A colonização do território que abriga o município de Jauru começou nos primeiros anos da década de cinquenta. Neste período a Companhia de Terras Sul Brasil adquiriu área de 250 mil hectares, no município de Cáceres, entre os rios Guaporé e Jauru.

Em 1953, Francisco Ângelo Montalar e outros membros da família adquiriram terras e instalaram-se na região. Estas terras foram divididas e numerada em quatro glebas de 1 a 4. Uma das partes formou a área urbana de Jauru, que primeiro foi nomeada de Gleba Paulista, posteriormente alterada para Cidade de Deus. Por fim, lhe deram a denominação de Jauru.

Sua População é composta basicamente por mineiros, com uma pequena participação de paulistas, e com base economica voltada para a agropecuária. Possui ainda estabelecimentos de ensino tanto da rede municipal e estadual, sendo 07 da rede municipal e 03 da rede estadual, tendo também extensão da UNEMAT (Universidade de Mato Grosso). Possui também várias usinas hidrelétricas localizadas no seu rio principal, o Rio Jauru.

O município foi criado a 20 de setembro de 1979, pela Lei nº 4.164.

Fonte: Prefeitura Municipal de Jauru, IBGE.

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JUARA (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE JUARA



População 2012: 33.700
Área da unidade territorial (Km²): 22.641,187
Densidade demográfica (hab/Km²): 1,45
Gentílico: Juarense

Histórico
O primeiro nome da localidade foi Gleba Taquaral, dada pela SIBAL - Sociedade Imobiliária da Bacia Amazônica, em 1971.

Posteriormente, em 1972, foi elaborada uma lista de nomes por José Pedro Dias: o Zé Paraná, Antonio Pereira Braga Sobrinho, Vilmo Peagudo de Freitas, José Martins de França e José Olavo Girardis Gonçalves, que eram diretores da SIBAL e estavam no escritório da companhia na Rua Joaquim Murtinho, em Cuiabá. Foi escolhida a denominação Juara, dada por José Olavo Girardis Gonçalves. Segundo depoimento de José Pedro Dias, o Zé Paraná, experimentado colonizador mato-grossense, a sugestão foi inspirada num livro sobre índios da região amazônica.

Com o passar dos tempos a comunidade preocupou-se em saber o significado da palavra Juara. Desta forma, surgiram duas versões para a origem do nome: uma, que o nome se originou da junção dos nomes dos rios Juruena e Arinos, formando a palavra "Juarinos", posteriormente simplificada para Juara; a outra que Juara é palavra de origem tupi, e termo usado em tribo amazônica, significando "menina-moça".

Em 25 de julho de 1974, Dom Henrique Froehlich, então Bispo de Diamantino, celebrou solenemente uma missa no patrimônio de Juara.

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Juara, pela lei municipal de 3735, de 04-06-1976, subordinado ao município de Porto dos Gaúchos.

Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Juara permanece no município de Porto de Gaúchos.

Elevado à categoria de município com a denominação de Juara, pela lei estadual nº 4349, de 23-09-1981, desmembrado de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Juara (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 14-12-1981.

Em divisão territorial datada de 1988.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1997.

Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 4 distritos: Juara, Águas Clara, Catuaí e Paranorte.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios, IBGE.
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JUÍNA (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE JUÍNA


População 2012: 41.200
Área da unidade territorial (Km²): 26.395,845
Densidade demográfica (hab/Km²): 1,49
Gentílico: Juinense

História de Juína
Habitado antes da chegada dos homens brancos pelos povos indígenas cintalarga, rikbaktsa e enawenê-nawê, o município abriga duas grandes áreas indígenas e ainda a Estação Ecológica de Iquê.

O início da ocupação não indígena aconteceu através da construção da rodovia AR-1, que liga a cidade de Vilhena, no Estado de Rondônia, à de Aripuanã, de difícil acesso na década de 1970, sendo conhecida por ?Terra Esquecida?. O Projeto Juína, que previa a implantação de uma cidade no meio da selva amazônica, foi idealizado por diretores e funcionários da Companhia de Desenvolvimento de Mato Grosso (CODEMAT) e diretores da SUDECO - Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste, e foi formalizado a 23 de janeiro de 1976. A influência do então senador Filinto Müller levou à aprovação de lei no Congresso Nacional dando poderes ao Estado de Mato Grosso para a licitação da imensa área destinada ao futuro município. Dois milhões de hectares foram vendidos, principalmente para ruralistas do sul do país. À prefeitura do município de Aripuanã foram cedidos 117 mil ha às margens do rio Juruena e mais 65 mil ha às margens do rio Aripuanã. A área do projeto, aproximadamente 411 mil ha na região do Alto Aripuanã e Juína-Mirim, do km 180 a 280 da rodovia AR-1, ocupou as terras de maior fertilidade. Elaborado em 1977, foi aprovado pelo INCRA através da portaria nº 904, de 19 de setembro de 1978.

O projeto original previa a divisão da cidade em módulos. Cada módulo tinha 35 ha, incluindo ruas e projeto urbanístico. Os lotes mediam 12x40 m e depois passaram a 15x40 m. O projeto que resultou no surgimento de Juína, foi considerado o maior êxito de colonização na Codemat. A partir de 1978 inúmeras famílias, especialmente do centro-sul do país, migraram para esta região. O crescimento acelerado levaou à criação do distrito de Juína, em 10 de junho de 1979, jurisdicionado ao município de Aripuanã. Juína passou a município em 9 de maio de 1982, com área de quase 30 mil quilômetros quadrados, desmembrado do município de Aripuanã.

A partir de 1976, foram descobertas ricas jazidas diamantíferas na região, através de pesquisas identificadas pela SOPEMI ? Sociedade de Pesquisas Minerais e pelo Projeto RADAMBRASIL. A garimpagem de diamantes acabou fazendo história em Juína. Foi escolhida pelos irmãos Ben?Davi, compradores de diamantes, para a instalação da ?Bolsa de Diamantes?, que adquiriu, por longos anos, considerável lote de gemas. O comércio diamantífero não escolhe lugar nem hora para ser realizado. Basta sair nas ruas da cidade para se dar conta desta realidade. Até na estação rodoviária existem compradores de gemas. É o maior produtor de diamante industrial do país, seu subsolo abrigar jazidas cuja exploração pode durar 50 anos.

A garimpagem expôs de fósseis de animais pré-históricos, após trabalho desenvolvido a 6 metros de profundidade, na fazenda São Luiz, localizada na linha-3. Mas a quase totalidade destas peças encontradas são jogadas fora ou mesmo escondidas, por existir lei que proíbe a garimpagem em áreas de sítios arqueológicos.

O município cresce no campo da pecuária: as culturas perenes de guaraná, seringueira, cacau e café, que tiveram incentivo na década de 1980, encontravam-se em meados dos anos 90 em franca decadência

Fonte: Secretaria de Administração do Município, IBGE.
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JURUENA (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE JURUENA

População 2012: 11.800
Área da unidade territorial (Km²): 3.222,650
Densidade demográfica (hab/Km²): 3,48
Gentílico: Juruenense

Histórico
No dia 24 de setembro de 1978 foi instalado o projeto particular de colonização Juruena sendo fundada a Vila Juruena, núcleo urbano do projeto que lhe serviria de apoio básico.

A vila recebeu tal denominação por estar localizada às margens do rio Juruena, uma área total de 200.000 (duzentos mil) hectares Estes dois fatos simultâneos foram promovidos pela Colonizadora ?Juruena Empreendimentos de Colonização Ltda?., na pessoa do seu proprietário, Sr. João Carlos de Souza Meireles, e contou com a presença do então Governador do Estado, Sr. Frederico Campos e diversas outras autoridades estaduais e municipais.

Em 07 de maio de 1982, de acordo com a Lei Estadual nº 4.455, a Vila Juruena foi elevada à categoria de Distrito do Município de Aripuanã.

A criação do município ocorreu em 04 de julho de 1988 através da Lei n.° 5.313 de 04 de julho de 1988 e a 1.ª eleição ocorreu em novembro de 1988 e em 1989 teve início a 1ª Gestão Municipal.

Com o desmembramento do Município de Cotriguaçu, no dia 19 de dezembro de 1991, através da Lei Estadual nº 5.912, a área do Município de Juruena passou a ser de 3.203,30 Km2.

Fonte: IBGE
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LAMBARI d'OESTE (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE LAMBARI d'OESTE

População 2012: 5.650
Área da unidade territorial (Km²): 1.763,904
Densidade demográfica (hab/Km²): 3,08
Gentílico: Lambarienses

História
O local onde está situado o município de Lambari d'Oeste já foi conhecido por Gleba Cerejeira, tendo sido adquirido e loteado pela família Fidelis.

A denominação Lambari surgiu a partir de 1956, através de Luíz Vitorazzi, um dos fundadores da localidade. Em tempos difíceis, de abertura da mata e escassez de mercadorias.

O pioneiro Vitorazzi utilizou-se de todos os recursos para dar conforto e alimento aos seus familiares e, em certa ocasião, ao derrubar uma árvore sobre um riacho encontrou enorme quantidade de peixes (lambaris), municiou-se da melhor maneira possível, e pescou o que pode. A partir dessa época o sr. Luíz Vitorazzi denominou o curso d'água de Ribeirão Lambari.

Algum tempo depois, a Colonizadora Rio Branco oficializou a denominação do córrego Lambari, incluindo-o nos mapas cartográficos que caracterizam esta porção territorial oestina. Por muitos anos o lugar ficou conhecido por Vilarejo do Lambari.

Em 20 de dezembro de 1991, através da Lei Estadual nº 5.914, foi criado o município de Lambari d'Oeste. O termo "d?Oeste", foi acrescentado para diferenciá-lo de outro município existente no Estado de São Paulo.

Fonte: Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso de João Carlos Vicente Ferreira, Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-grossense dos Municípios, IBGE.
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JAURU, JUARA, JUSCIMEIRA, JURUENA E JUÍNA - MT

Jauru
Juara
Juara
Juara
Juscimeira
Juscimeira
Juruena
Juína
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ITIQUIRA (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE ITIQUIRA

População 2012: 11.921
Área da unidade territorial (Km²): 8.722,486
Densidade demográfica (hab/Km²): 1,32
Gentílico: Itiquirense

Histórico
Muitos fatos históricos se relacionam ao rio Itiquira, que dá nome ao município. Pelo local onde está a sede municipal passou, em expedição exploradora do rio Garças, o sertanista Antonio Cândido de Carvalho, ainda em 1894.

Em 1932, teve início na região, que hoje compreende o sítio urbano de Itiquira, a exploração econômica do diamante, com uma corrutela garimpeira de ruas tortuosas e vida agitada.

Os garimpeiros exploraram de forma intensa Goiabeira e Cavouqueiro. Quando descobriram diamantes no Vale do Ribeirão das Velhas, um lugar de muita riqueza. Um surto de malária, de caráter maligno e epidêmico, dizimou a população garimpeira de Itiquira.

O povoado firmou-se e passou a ser conhecido por Vila do Itiquira. E, em 1937, uma lei estadual reservou área de 3.600 hectares para instalação oficial do patrimônio. Era o começo da vida organizada na Vila do Itiquira.

Formação Administrativa
Em divisões territoriais datadas 31-XII-1936 e de 31-XII-1937, figura no município de Santa Rita do Araguaia o distrito de Itiquira.

Pelo decreto-lei estadual nº 145, de 29-03-1938, o município de Santa Rita do Araguaia passou a ter a denominação Lajeado (mudança de sede).

Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o distrito de Itiquira foi transferido do município de Lajeado para Alto Araguaia.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Itiquira figura no município de Alto Araguaia.

Assim permanecendo no quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948.

Elevado à categoria de município com a denominação de Itiquira, pela lei estadual nº 654, de 10-12-1953, desmembrado do município de Alto Araguaia. Sede no antigo distrito de Itiquira. Constituído do distrito Sede. Instalado em 01-01-1954.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios, IBGE.
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GENERAL CARNEIRO (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE GENERAL CARNEIRO

População 2012: 5.250
Área da unidade territorial (Km²): 3.794,939
Densidade demográfica (hab/Km²): 1,32
Gentílico: General-carneirense

Histórico
A primeira pessoa a se estabelecer na região foi o major Catarino. Inicialmente o lugar foi Barreiro Grande, devido a um verdadeiro barreirão nas proximidades de onde surgiu o núcleo urbano. Em 1892, no governo do presidente Floriano Peixoto, chegava a Barreiro Grande uma expedição com a finalidade de levantar uma linha telegráfica ligando Mato Grosso a Goiás. Dirigida pelo tenente-coronel Antonio Ernesto Gomes Carneiro, mais tarde general Gomes Carneiro, trazia como subcomandante o tenente Cândido Mariano da Silva Rondon.

Barreiro Grande tornou-se posto avançado e sede temporária das tropas. Ali Gomes Carneiro iniciou um grande prédio. No entanto, o comandante teve que retirar-se para frente de batalha, por determinação do Governo Federal. Foi combater os federalistas na cidade paranaense da Lapa, onde veio a falecer.

Com o passar dos anos foi criado o distrito que incorporou e simplificou o nome da estação telegráfica para General Carneiro.

Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de General Carneiro, pela lei nº 1158, de 18-11-1958, subordinado ao município de Tesouro.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de General Carneiro, figura no município de Tesouro.

Elevado à categoria de município com a denominação General Carneiro, pela lei estadual nº 2051, de 03-12-1963, desmembrados dos municípios de Tesouro e Barra do Garças. Constituído do distrito sede. Instalado em 27-02-1964.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1999.

Pela lei municipal nº 482, de 26-06-2001, é criado o distrito de Paredão Grande (ex-povoado de Vila Paredão) e anexado ao município de General Carneiro.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001.

Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 2 distritos: General Carneiro e Paredão Grande.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Fonte: Confederação Nacional de Municípios, IBGE
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DENISE (MATO GROSSO), HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE DENISE

População 2012: 8.650
Área da unidade territorial (Km²) : 1.307,190
Densidade demográfica (hab/Km²): 6,52
Gentílico: Denisiense

As primeiras pessoas que se tem registros que andaram por essas terras foram os seringueiros e o Senhor Adolpho Joseti, isso em 1924, explorando o látex das seringueiras aqui existentes. O produto extrativista recolhido era armazenado no Barracão de Zinco (hoje, Fazenda Machado), e depois transportado até Barra do Bugres e embarcado em uma lancha de nome Santana, que levava o produto até Corumbá ? MT, sendo depois exportado.

José Gratidiano Dorileo foi o pioneiro na região na década de 1940. Dedicou-se à exploração de Ipecacuanha (poaia) e Borracha, depois investiu em atividades garimpeiras. Após a constatação da queda de cotação comercial, tanto da poaia, como da borracha, abandonou o lugar, indo morar em Cuiabá.

Júlio Costa Marques, sobrinho do ex-presidente da província do Estado de Mato Grosso Doutor Joaquim Augusto da Costa Marques, e genro de José Gratidiano Dorileo conseguiram (não sabemos ao certo em que ano por falta de informações específicas nas bibliografias pesquisadas), um empréstimo favorável no Banco do Brasil S/A e contratou dois experientes corretores de imóveis e loteou o terreno onde seria a futura cidade. No projeto, Júlio da Costa Marques deu o nome de sua filha, ao futuro centro da Gleba, mais tarde a cidade de Denise.

O primeiro morador a chegar ao loteamento foi o Senhor José Fernandes, trazendo uma serra pica-pau que pôs a funcionar e serrar as primeiras tábuas, vigas, caibros, para a construção das primeiras casas.

No ano de 1968, surgiu um grande empreendimento através da ?SUDAM? que foi a construção de 02 (duas) serrarias na Fazenda ?Rio dos Bugres?, sendo seu proprietário o doutor Antonio Gonzáles de Ruiz, que residia em São Paulo - SP.

Em 20 de setembro de 1968, chegaram as famílias de Vicente Jacinto Franco. Em 27 do mesmo mês e ano, o padre Edgar Muller, então pároco de Tangará da Serra, celebrou a primeira missa solene em Denise. E no ano de 1969 chegaram as famílias dos Dias Mendes.

Em 1976 foi criado o Distrito de Denise, pela Lei N.º 3.757 de 29 de Junho, com território jurisdicionado ao município de Barra do Bugres.

No ano de 1981, o núcleo vivia em torno da agricultura de subsistência e pecuária extensiva. Nesse mesmo ano deu-se a instalação da Usina de álcool (Usinas Itamarati S/A), embora situado em áreas não abrangidas pelo distrito de Denise, teve influência decisiva para a prosperidade e, sobretudo com o apoio decisivo do Senhor Raimundo Nonato de Abreu Sobrinho, Prefeito Municipal de Barra do Bugres. E assim Denise passou por várias obras de infra-estrutura, como: posto de saúde, correio, centro comunitário, posto telefônico, energia com gerador a diesel e logo após energia elétrica (rede permanente), construção da praça central, hoje denominada ?Praça Brasília?.

O prefeito de Barra do Bugres, Raimundo Nonato Sobrinho, foi até a capital do Estado de São Paulo ter uma audiência com o empresário Olacyr Francisco de Moraes para auxiliar Denise na complementação de arrecadação de ICMS, para que fosse aprovado a Lei na Assembléia Legislativa para a sua emancipação político-administrativa. E, em 06 de Maio de 1982, Denise foi elevada a categoria de Município através da Lei n º 4453.

A pavimentação da Rodovia MT-343, em 1982, possibilitou um melhor acesso do município de Denise a capital do Estado e as cidades circuvizinhas.

Fonte: Secretaria de Ação Social, IBGE
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